Wayward
Ficou entre às sortes do destino (por muito que tivesse lutado contra isso). Ventos de norte, ventos de sul. Acentou no centro. Sem saber ler nem escrever. Sentou-se no banco de pedra à espera de mais destino, mas o lixo no chão e o pólen no ar não o deixavam na sua paz. E ele sem poder fazer nada, afinal de contas estava entregue ao destino. Ao destino de quem entra sem tocar no sino, mas sai fazendo um silencioso furacão. É usado e abusado, como se fosse um brinquedo favorito, mas nada pode fazer. Sente-se marionete, mas espera sempre que os ventos se decidam com o destino e que lhe tragam boas marezias
Comentários
Enviar um comentário